Author Archives: Thruxtonic

Triumph – Classic Reborn

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Por vezes é preciso esperar anos para vermos os nossos sonhos realizados, desta vez, foram anos para ver realizadas os nossos sonhos de mota, aquilo com que sonhámos ver na gama das neo-clássicas da Triumph. E valeu bem a pena!

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Street Twin

Se a Thruxton R é a estrela da companhia, a grande surpresa acaba por ser a Street Twin, um modelo que abre enormes possibilidades como entrada de gama. Plena de charme, é simultaneamente irreverente mas mantendo um classicismo que honra a marca que a produz.

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Thruxton 1200

A Thruxton brinda-nos com o seu modelo 1200, com um motor vitaminado e equipada a rigor, além de um carácter absolutamente fiel ao original mas esteticamente muito mais requintada. Além do mais, todos os modelos são acompanhados pela disponibilidade de linhas de acessórios dedicados.

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Thruxton R

Subindo ainda mais a parada, a Thruxton R é a verdadeira clássica desportiva, com o que de melhor existe em equipamento para os amantes de velocidades e pilotagem mais extremas. Ou não, basta serem simples amantes de motas muito bem equipadas, históricas, e com apelo estético irresistível.

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Bonneville T120

A completar as boas novas, temos ainda a exuberante Bonneville T120 e a sua variante Black. Se o arrefecimento a líquido foi o pretexto para tamanhas alegrias para os amantes da marca, então somos todos a favor dos motores arrefecidos a líquido.

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Vamos continuar a sonhar até as ver a rodar!

Até lá, podem ver todos os detalhes em Triumph Portugal e acompanhar todos os comentários AQUI.

 

Yamaha XSR700 – A nova estrela da constelação “Sports Heritage”

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A Yamaha tem sabido compreender as tendências de um novo público, procurando interagir com ele através de um conjunto de reputados criadores que tem apresentado algumas das melhores motas custom que se podem ver na atualidade através da série Yard Built. A matéria para a colheita tem sido a linha “Sports Heritage”, que agora fica ainda mais enriquecida com a XSR700, uma digna homenagem à imorredoura XS650, que já tinha sido anunciada por um fabuloso trabalho de Shinya Kimura, a “Faster Son”.

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Está claramente disponível para ser composta ao gosto individual, como prova o subquadro aparafusado, facilmente substituível, e um conjunto de acessórios e vestuário que vão dar um grande leque de escolhas, além, evidentemente, dos trabalhos que irão aparecer no Yard Built, sempre instigadores para os trabalhos amadores. Mas é melhor cedermos a palavra à marca:

“The XSR700 is a feast for the senses; its style is enhanced with a number of high quality parts to complete its look. Riders can enjoy an authentic retro feeling with the two-texture leather seat unit sitting on an easily customizable bolt on rear sub-frame. An old school style headlight and fastening stay sets it off at the front, and an aluminium tank unit reminds the rider they’re sitting on a Faster Sons machine. With a wet weight of just 186kg the XSR700 is the first of its kind, a modern day entry-level icon to style up the riding life of both new and experienced riders.

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A period style speedometer sits between the wide tapered back handlebars, which offer a casual & upright riding position for its rider and a trick mesh cover on the side keeps all the high tech electronics under wraps. Use of quality metal materials such as aluminium on several components, including the front fender stay and radiator cover also work to complement the overall retro feel. A short stubby rear muffler provides the right soundtrack and Pirelli Phantom tyres front and rear not only look the part with an authentic pattern, but also do the job to keep the rider connected to the road.

It’s not just in looks where the XSR700 delivers; the beating heart of the machine is Yamaha’s class leading 700cc inline 2-cylinder engine. Having powered several of Yamaha’s latest class leading motorcycles to huge success across Europe, the 700cc power plant was a natural choice for the XSR700. Built on the special ‘crossplane philosophy’ the perky motor kicks out a linear, deep torque for not just outstanding acceleration, but smiles in every gear. The uneven firing interval and 270-degree crank ensures a strong sensation of acceleration and outstanding traction, while maintaining continuous smooth & exciting power delivery till high rpm.

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Power is of course nothing without control and the XSR700 excels in the handling department with a compact, lightweight chassis for remarkable agility and rideability and a short 530mm swing arm for further control. This combination of engine and chassis ensures the XSR700 is not just the perfect ride for new motorcyclists with the added benefit of ABS as standard, but also a massive dose of fun for more experienced riders.

The rear suspension is a clever link-type Monocross system featuring a horizontal shock mounted directly to the engine’s crankcase, not only saving space to keep a clean look at the rear but also improving chassis performance.

The modern technology complementing the retro style continues with lightweight 10-spoke aluminium wheels and stopping power courtesy of 282mm wavy discs and 4-pot calipers at the front.

The XSR700 is the first bike of its kind to hit the market from Yamaha that truly delivers the complete Sport Heritage lifestyle, combining everything that is cool and inspiring from the old school custom motorcycle scene with all the latest technology to ensure maximum riding fun.

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Highlights

* Two-texture leather seat

* Aluminium retro fuel tank

* Aluminium fender

* Aluminium headlight bracket

* Wide tapered back handlebars

* Mesh side panels

* Stubby rear muffler

* Embroidered seat logo

* Wide range of customization accessories

Chassis highlights

* Compact, lightweight chassis

* Short 530mm swing-arm

* Easily customizable, bolt-on rear sub-frame

* Rear Monocross horizontal shock system

* Standard with ABS

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Engine highlights

* 700cc inline 2-cylinder engine

* Crossplane engine design philosophy

* Deep linear torque

* 270-degree crank for strong acceleration and traction

* Smooth, exciting power delivery to high rpm”

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An-bu Custommotors – Building the Thrill of Speed

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É praticamente consensual terem sido os australianos Deus ex-machina os grandes percursores da nova vaga de alterações criativas nas motas, feitas por criadores privados e não pelas tradicionais oficinas. Mas, diz a lenda – e o próprio Dare Jennings confirma –,  as motas dos Deus foram inicialmente inspiradas nas preparações que se faziam no Japão, nas motas que se viam nas ruas. E é fácil perceber o porquê. Na verdade, o Japão contemporâneo combina um conjunto de ingredientes disponíveis para a emergência de culturas que aliam a criatividade, o arrojo e a precisão rigorosa, servidas pela sofisticação milenar que lhe é reconhecida.

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Enquanto na Europa as motas adquiriam um atrativo que lhes advinha da simples orientação para a performance, no Japão observava-se mais a diversidade na individualidade do que a procura do simples desempenho. Para isso, já lá tinham a indústria mais poderosa do ramo. As street bikes eram o veículo ideal para exibirem a criatividade e as ruas eram, como são sempre, o grande show room.

Mas, no Japão contemporâneo, as subculturas urbanas foram-se manifestando fortemente em diversas áreas sociais, sobretudo nas maiores cidades, como Tokyo, Yokohama ou Osaka. É praticamente a meio de uma linha entre Tokyo e Osaka que se situa Nagoya, a quarta cidade do Japão, capital do distrito de Aichi. Foi nesse contexto que nasceu e se criou Koichi Fujita, o homem que é sinónimo de An-Bu Custommotors, a casa que ostenta o nome do local onde se situa e que é mais que um negocio, é também o alter ego deste genuíno petrol head de Nagoya.

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Se o Japão é um país tradicional, Koichi também tem sido o guardião da herança de seu pai, o patrono da HagiAutomobile, com quem trabalhou desde os seus 16 anos. Até agora, aos 42 anos plenos de energia e experiência, nunca parou de estar mergulhado em carros, motos, corridas, construção e tudo o mais que compõe este mundo.

Não é só um mecânico, nem somente construtor, não é só o patrão de si mesmo, um lobo solitário que trabalha sozinho na sua oficina, é também um amante de velocidade e piloto de automóveis de competição, tendo corrido na Fórmula FJ1600, o equivalente japonês à Fórmula Ford, e na recente F4. Com as motos, corre em pista por mera diversão. “Foi na competição que aprendi de forma detalhada a importância de combinar a mecânica com a pilotagem, é daí que vem o feeling”, diz-nos Koichi.

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Como construtor, todo o processo é feito por si, pintura, bancos, carnagens, concepção e design, além, claro, de tudo o que é mecânico. Tem bastantes XS transformadas, um modelo que virou moda e que é muito abundante no Japão. “Há 20 anos, arranjava XS de graça, nem pagava por elas, agora são valiosas”, ri-se, um riso de quem já viu várias modas a passar. Por isso, não vai em modas, faz o que quer e a moda que segue é a sua maneira de estar. Ele faz a sua moda.

Como muitos de nós, gosta de revisitar as motas que o faziam sonhar na juventude. “Inspiro-me nas motas que corriam nas 8 horas de Suzuka, nos anos 80, gosto de ver fotos e filmes dessa época”. Já falámos da sua paixão por carros e motas, mas faltam os aviões, as grandes máquinas cuja possante mecânica e beleza são fascinantes. “A guerra foi horrível, mas os aviões da WWII são fascinantes e os caças e bombardeiros são também uma grande inspiração. É desses elementos, combinando delicadeza e potência, que é feito o estilo da An-Bu”.

Koichi, dá-nos a sua visão pessoal das motas. “Para mim, a velocidade é muito importante numa mota mas, nesse caso, bastaria andar nos últimos modelos desportivos das marcas. A vantagem de uma custom street-bike é poder ter imensa velocidade mas também um look muito cool. Mas quero realçar que tem mesmo que ser rápida, é o fator mais importante”.

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Falando do uso das motas no Japão, refere desde logo a abundância de todos os tipos e a familiaridade com o veículo. “A partir dos 16 anos podemos ter a carta de mota, a maioria dos homens no Japão tem-na. Acima dos 400cc têm que ir a uma inspeção de dois em dois anos e tem que se pagar uma taxa cara, por isso, há imensas motas que são abandonadas ou simplesmente saem de circulação, não faltando bases para trabalhar. Os carteiros e até os vendedores de jornais andam de Honda Cub, as 50cc são para as “tias” andarem às compras no dia a dia, as Harley-Davidson são conotadas com os ricos”. Também lá têm o jogo do rato e do gato. “Aqui, as modificações nas motas estão sujeitas a multa, especialmente os escapes ruidosos, por isso a ideia é evitar a polícia”.

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Koichi Fujita tem vários trabalhos seus publicados no BikeExif e tem vindo a obter o crescente reconhecimento que lhe é devido. Tanto faz motas por sua iniciativa como satisfaz encomendas de clientes. “Já fiz, por encomenda, XS650, XS400, XS250, GX400, GX250… sou bom a transformar estes modelos”. Nem precisava dizer, vê-se que sim. Sabe-se que sim.

A An-Bu Custommotors e Koichi são uma e a mesma coisa, tal como ele, as motas que faz, a sua atitude e a relação com as corridas e a velocidade são uma e a mesma coisa, ao ponto de se poder dizer que ele não faz. Ele é.

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Texto – Thruxtonic (Portugal) e Koichi Fujita (Japão).

Fotos – Enrico Salvador (Itália).

Art & Moto 2015

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Irá realizar-se em Lisboa, nos dias 24, 25 e 26 de abril, a terceira edição do evento internacional Art & Moto, dedicado a um estilo de vida onde se cruzam as motas com a arte, o surf, a roupa e acessórios, o design, a música e outras formas de expressão cultural urbana.

Com entrada grátis, o evento vai decorrer em dois edifícios do complexo da LxFactory. No espaço Factory L estarão patentes exposições de diferentes formas de artes plásticas e artesanais; no espaço maior, o Factory XL, poderão ser apreciadas obras de design de motas, nomeadamente, café racers, scramblers, street trackers e semelhantes, além dos últimos modelos das grandes marcas construtoras , a par com os melhores builders portugueses da atualidade, que estarão presentes com as suas mais recentes criações.

Estarão expostas, ainda neste espaço maior e para complementar um lifestyle muito urbano e cosmopolita, roupa de surf e casual, equipamento técnico e acessórios de moto, surfboards, capacetes personalizados e muitas mais produções e atividades de criadores nacionais e internacionais. Dj sets e concertos ao vivo vão ser motivos acrescidos para desfrutar em pleno todo o evento.

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Outro ponto alto destes três dias irá ser a exibição, em parque fechado e reservado, de motos dos próprios visitantes, muitas delas à altura do que se faz nos melhores ateliers do mundo, constituindo em si mesmo um espetáculo de grande qualidade estética e técnica. Um studio set de fotografia estará montado para permitir que os interessados levem fotos de alta qualidade destas suas motos.

No dia 24, sexta-feira, há uma grande festa de abertura, em local a anunciar, onde se poderão fazer inscrições para um almoço fora de Lisboa no dia seguinte. Os espaços de exposição estarão fechados nesse dia mas abrem no dia 25, sábado, logo depois do almoço. No dia 26, continua a celebração, com mais uma saída para fora de Lisboa, exposição de arte, motas, catering, música ao vivo e tudo o mais que vai poder usufruir no local.

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Frankie Chavez – Sweet Life


Produção – Hello Movement | Produção executiva – Ricardo Guerra | Realização – Daniel Mota |
Conceito – Ricardo Guerra, Paulo dos Passos | Direcção de Fotografia – Daniel Mota, Hugo Manso | Color Grading – Daniel Mota | Edição – Ana Sofia Sousa | Fotografia de Cena – Nuno Fox | Styling – Mariza Seita.

Agradecimentos:
Cesar Rufino | Café Racer 351 | 351Works
Piranha Works

Copper – Metal on Dream Wheels

Felizmente, têm surgido pelo país várias casas que se dedicam à customização de motas, transformando-as em exercícos de criatividade e melhoria de performance mas, parafraseando, umas surgem mais que outras ou, dito de outro modo, evidenciam-se mais e destacam-se pelos trabalhos que propõem.

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É esse o caso de Helder Moura e da sua Dream Wheels. Partindo do seu querer e talento, decidiu apresentar os seus trabalhos de estreia no Art&Moto 2014, sendo o seu trabalho mais emblemático a Copper, uma provocante Beemer R60/5 de 1973.

Difícil de passar discreta, por razões óbvias que não são propriamente uma extravagância de formas mas sim a originalidade na concepção combinada com o acabamento eleito – o cobre, a mota proveniente da Brigada de Trânsito da GNR, onde prestou anos de serviço, via-se agora como um modelo renovado que continuava a fazer parar o trânsito.

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Foram mesmo as suas origens nas forças policiais, neste caso e em bom rigor, militares, que a inspiraram e acabaram por a batizar. Cop ou Copper, uma palavra usada para designar popularmente a polícia na língua inglesa, sendo que o cobre foi o primeiro metal a ser usado pelo Homem.

Esta, é certamente a primeira moto de uma grande corporação de novas recrutas que irão sair da Dream Wheels.

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Simbolismo não falta a esta mota, nem lhe falta metal moldado “à mão” – hand built, como diz o lema da garagem, como um novo sub-quadro (totalmente feito à mão); novos poisa pés, avanços e selectores de travão/caixa de velocidades (com nova posição de condução); novas ponteiras de escapes (artesanais); jantes 18″ (trás e frente); manetes maquinadas em CNC; novo guarda-lamas traseiro (derivado de uma Zundapp dos anos 70) com farolim traseiro embutido; carburadores BING (provenientes de uma BMW R100) e novo sistema de fixação artesanal, com inspirações “hot-rod”.

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Mas houve mais. A frente foi reforçada com uma forqueta proveniente de uma Honda VTR 1000 (ano 2000); travões (discos e pinças frente e trás) de uma Honda VTR 1000 (ano 2000); farol frontal US Pioneer 145 (de 1950) totalmente adaptado para mínimos, médios e máximos (originalmente era um farol de nevoeiro); embraiagem hidráulica e, em termos de instrumentação, recorreu-se a um manómetro digital Daytona (adaptado sensor de um Vw Polo de 1997 – para ser capaz de ter  leitura e funcionar o conta quilómetros).

Para completar com requinte estético, nada melhor que os clássicos pneus Firestone Deluxe Champion e um discreto mini switch Blitz Motorcycles para a comutação de luzes. De “hand-buit”, refira-se a cor Hot Chocolate do Mini Cooper e acabamentos em cobre (mate e brilhante), o quadro totalmente refeito (sem soldas originais visíveis) e um banco e kneepads artesanais em pele.

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Motogadget Motoscope Pro BMW R9T

A MOTOGADGET afirmou-se em poucos anos como a mais reputada marca de instrumentos e acessórios electrónicos e eléctricos para motas que merecem equipamento melhor que o OEM.

Fazendo justiça à fama da engenharia alemã, a marca de Berlim faz questão que todos os seus produtos sejam fabricados na Alemanha.

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A marca, que tem todo o seu catálogo representado em Portugal pela 351Works, apresenta agora a sua mais recente novidade, para a mota que, por diversas e justificadas razões, foi a mota “estrela” do ano, no segmento urbano – a BMW RnineT.

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O Motoscope Pro BMW R9T é o único instrumento “Plug & Ride” disponível no mercado para substituir o visualmente pesado e volumoso conjunto de origem.

A interface CAN-Bus permite o display completo de todas as funções originais, usando os mesmos conetores e tornando assim a instalação muito fácil e um verdadeiro “plug and ride”.

Motoscope pro BMW R9T

Um display com uma matriz de 734 LEDs,  controlados por um processador RISC de 16 bits, permite uma caixa de design ultra fino e elegante, onde o display é envolvido somente por um anel metálico muito discreto. Sendo auto iluminado e com brilho automático proporciona uma leitura excelente mesmo sob a incidência de luz solar direta.

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O conta-rotações é de escala completa através de função numérica e ainda de barra luminosa. O display principal e o secundário são configuráveis pelo utilizador, enquanto uma terceira secção exibe a mudança de caixa engatada. Quatro luzes indicadoras estão pré instaladas e podem ser configuradas para mais sinais de aviso.

A caixa de alumínio é maquinada com a precisão do CNC e é facilmente montada nos furos roscados na traseira. O instrumento está dotado com aprovação ABE.

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Proporcionando ainda mais funções que as disponíveis no equipamento de origem, impõe-se também pela estética, com um design leve visualmente e literalmente, pois a elevada qualidade dos materiais faze com que não pese mais de 100 gramas e seja o verdadeiro DIY.

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Kashmir

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Luís Sérgio “Thunderbird” é o herdeiro do saber posto em prática numa oficina fundada por, Luís Alves, seu pai. Sediada em Santo Tirso, a LA MOTOS, está ao serviço das motas e de quem as usa, desde 1979.

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LS “Thunderbird”, pode dizer-se, cresceu no meio, vendo a paixão do seu avô materno pelas motas e, mais tarde, viu o seu pai criar a reputação da casa que ele agora honra.

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Para o Luís Sérgio não há muitos segredos para descobrir, desafiando-se então a criar motos, com um pormenor, dedicação e qualidade como se fossem todas para si.

Apesar de trabalhar com desprendimento e uma humildade quase excessiva, acaba por criar peças dignas de maior atenção. Assume-se como mecânico, mas produz motas que são muito mais que “mecânica”. Esta Kashmir é mais uma prova, entre tantas outras, continuando a construir motas regularmente, ao sabor da inspiração.

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Partindo de uma base Suzuki GSX 1200 Inazuma, completou-a com um Speedometer Acewell Ace-3853 pinças de travão Brembo Serie Oro, rear sets Suzuki GSX 750R de 1994 modificados, amortecedores Showa, escape “Handmade” em inox.

De realçar, é um banco movível através de chave de ignição, tendo desta forma um fácil acesso à bateria, cdi, relais e caixa de fusíveis. Pormenor distinto é também a bacquet traseira, feita a partir do depósito de uma Gilera Eaglet. A mesa de direção foi trabalhada para receber avanços, tampas laterais handmade em alumínio polido, para tudo funcionar sem falhas, um sistema eléctrico novo além, como se pode ver, de uma pintura e logotipo originais.

Não vale a pena entrar em mais detalhes técnicos, é melhor contemplar as imagens e imaginar que vamos a andar nela, a ouvi-la e senti-la a levar-nos.

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Fotografia – Daniel Vidinha

 

Go on, give me a nod

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By Paul Maria*

One of the beauties of living in Portugal is that we get to ride our bikes in such lovely weather. Despite the two or three months when we really do have to wrap up warm, we are blessed with great riding weather. Having lived in the UK for most of my life, riding in the winter months was for the brave or the bloody stupid. Getting home involved hearing my knees click as I got in a hot bath, having a red chin which felt numb and testicles which had practically disappeared only to return when they were warm. Funnily enough, I felt proud because it was only very few who rode at those temperatures. The same applies here. It’s not everyone that rides in the winter in Portugal but here is where I feel a bit sad about it.

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I’ve learnt that in Portugal, you stick two fingers sideways to another biker. All of you who do it know what I mean. It’s either to thank someone else for letting you by, or for just saying to each other ‘Biking rocks’. The Spanish and Italians do the same. In France, bikers lift their right leg up off the foot peg by twisting the knee slightly (maybe it’s a ‘chic French’ thing) and in the UK we nod – the simple motion of moving your head up and down slightly as if you were saying yes to someone without opening your mouth. We do it when we get side by side another biker or when we see another biker waiting at the lights of oncoming traffic. BUT…… we only do it in the winter. It started off as a courier thing. (Those mad dogs who ride around London ferrying parcels around on their bikes – there were so many of them before the advent of fax machines and email). Then other riders did it but only in the winter. Only in the winter because if you rode in the winter months you were part of a community of hard core riders who rode rain or shine, who had the knee, chin and testicle problems when they got home and the type who will stop for other riders when they’re in trouble.

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I’ve tried ‘the nod’ here in Portugal but other bikers just stare at me in bewilderment. I just want to tell them with my nod that ‘Hey, you and me buddy… we’re not like those ‘meninas’ who only ride when it’s warm and sunny… we’re real riders’. But no, I don’t get ‘the nod’ in return. So I ask of you all, Portuguese knights of the road – please give me or any other winter rider a nod. We are the brave few who endure cold knees, red chins and you know the rest…

Post scriptum – If you ever ride in the UK, whatever you do, never, under any circumstances, do the Portuguese two fingered biker salute. We do it sideways here in Portugal but if you point those same two fingers upward, you’re telling the other guy to ‘go forth and procreate’. You’ve been warned.

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Paul Maria is an occasional contributor writer to Café Racer 351 and rides a 1992 BMW R100/r or a 1993 BMW K1100rs. He also dreams with a mid-fifties BMW R26.